Poco Tapas na Mídia

Cozinha Contemporânea

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Veja Comer e Beber SC

Especializado em gastronomia molecular, o chef Fabio Mattos propõe um cardápio de receitas nada convencionais, servidas em pequenas porções. É o caso do ravióli, que tem massa feita somente com suco de tomate solidificado, recheada de queijo boursin (R$ 17,00). Pode-se optar pelo menu-degustação, a R$ 90,00 por pessoa, que inclui dez receitas, entre as quais ceviche de camarão, abacaxi e coco ralado, mais caviar de shoyu. Para a escolta, o vinho chileno Merlot Espiritu de Chile Gran Reserva 2006 sai por R$ 94,00.

Artigo original: http://vejabrasil.abril.com.br/santa-catarina/restaurantes/poco-tapas-45801

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Poco Tapas - Guia Gazeta do Povo

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Fonte: Guia Gazeta do Povo - Restaurantes

Especialidade: Cozinha contemporânea, Internacional, Culinária molecular
Telefone: (41) 9682-8758
Site: www.pocotapas.com.br
E-mail: info@pocotapas.com.br
Horário de funcionamento: Segunda a Sábado: 19h a 0h
Formas de pagamento: Aceita dinheiro. Não aceita cheque. Aceita cartões de crédito Visa e MasterCard. Aceita cartões de débito Master Maestro e Visa Electron. Não aceita nenhum tipo de vale refeição. Sugerimos confirmar as formas de pagamento no local.

Descrição: Originalmente espanhóis, os tapas são pequenas porções de comida, especiais para aperitivar e degustar diversos sabores. O Poco Tapas funde a ideia original com a gastronomia molecular e contemporânea, oferecendo diversas opções de menu degustação com tapas da culinária de mais de 25 países.

A sequência degustação inclui pratos como Siri Mole Creolo (siri mole frito com farinha de milho e servido com purê de abacate e limão); espuma de quatro queijos com espinafre, beterraba cozida em Cabernet, terra comestível e baby rúcula; carne de jacaré colada e empanada em panko, com marshmellow de laranja e shoyo; e tamaras recehadas com amêndoas, envoltas em bacon sobre geleia de vinho rosé e aroma de laranja.

Bebidas e comidas se misturam e você acaba comendo um drink: martini de laranja (esferificação de curaçau blue) com pó de nutella, esfera de limão com espuma de vodka com sonho de valsa; e pudim de Jack Daniel's com calda de açúcar mascavo e pão de Nutella são alguns exemplos.

Destaque para as divertidas sobremesas feitas com nitrogênio liquido, como o Bafo do Dragão – pipoca caramelizada que leva esse nome pela fumaça que sai da boca em função do nitrogênio. Esse efeito também está presente na Queijada com pó de nutela e maça do amor e na Banana Flambada em vodka de laranja, servido com sorvete de nutela feito na hora.

A casa ainda oferece uma carta de vinhos com seleções especiais vindas do exterior
Crianças: Todas as opções do menu podem ser feitas em pequenas porções
Acesso para deficientes: Possui acesso para cadeirantes. Tem banheiros adaptados

Última atualização: 10/09/2013
Horários, preços e formas de pagamento estão sujeitos a alteração sem aviso prévio

Artigo Original: http://guia.gazetadopovo.com.br/restaurantes/-----poco-tapas/2214/
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O Alquimista da Gastronomia

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Fonte: Revista Premier  - Caderno Gastronomia Premier Jun / 2012
Por Haroldo Marinho Fotos Pablo Teixeira

O chef Fábio Mattos conta a história do Poco Tapas

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MENU

Perto de celebrar 36 anos, Mattos descobriu sua paixão por gastronomia aos 16 anos quando estudava nos Estados Unidos. O primeiro contato veio na High School, um colega de quarto, o convidou para participar de uma aula de introdução à gastronomia. Na época, Mattos trabalhava numa pizzaria durante o dia e estudava à noite. O convite foi prontamente aceito em função de poder unir o útil ao agradável. Já que rolava uma boca livre, após o preparo das receitas pelos alunos. Com isso poderia economizar uns trocados. Após sua primeira experiência acadêmica, as aulas se transformaram em paixão. Diante disso, resolveu cursar gastronomia ao descolar uma bolsa de estudos, pagando com trabalho. Quatro anos depois, formado foi buscar especialização na Internacional Institute of Arts, o ICCA em Massachusetts. O motivo, encontrar algo novo que não fosse apenas e tão somente a cozinha francesa.

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ENTRADA

Mattos diz com todas as letras que o grego George Karousos, Master Chef da ICCA e proprietário de sete restaurantes espalhados pelos Estados Unidos foi seu mentor gastrônomico. Ao cair nas graças de Karousos, Mattos teve acesso a tudo que aprendeu, inclusive sobre gastronomia molecular, seu grande diferencial no Poco Tapas. Fábio salienta um dado interessante sobre seu grande mestre. Ele não come frutos do mar e mesmo assim mantém quatro restaurantes do genêro. Mostrando que sua preocupação e foco com o negócio vêm primeiro lugar, independentemente do seu gosto pessoal. Com isso em mente, Mattos resolveu voltar para o Brasil e há dois anos inaugurou o Poco Tapas em Joinville. Sua ideia sempre foi oferecer alta gastronomia em uma cidade onde o sinônimo de comer bem ainda é confundido com o volume de comida servido. Diz que nunca se preocupou com volume. Tanto é que o nome Poco Tapas não é por acaso.

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APERITIVO

Sua dedicação no Poco Tapas é tamanha, que faz questão de servir e explicar de forma didática - sem ser professoral, cada prato que vai à mesa. Foi a forma que encontrou para que os clientes pudessem entender um pouco mais o que estão prestes a saborear. Diz que é o amor pelo que faz que o leva a servir. É um dos raros lugares, e não estamos falando apenas de Joinville, onde o chef literalmente conversa com o cliente. Outra coisa que chama a atenção em Mattos são as três facas que tem tatuadas no braço e que acabaram se transformando na logomarca de sua casa, a chef knife, a japonesa santoku e paring knife. São suas facas favoritas e as que mais usa.

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PRATO PRINCIPAL

Com mais de 50 opções de tapas internacionais, no Poco Tapas o cliente passa por uma experiência única e inusitada, graças ao talento de Mattos na gastronomia molecular. É algo novo. Diferente de tudo que conhecemos da gastronomia convencional. Suas receitas provocam e aguçam o paladar ao mesmo tempo em que nos encanta. Não causa surpresa, quando muitos clientes dizem que sentar à mesa do Poco Tapas, é uma divertida brincadeira gastronômica. Mas não pense que o cardápio do lugar se baseia e está focado apenas no molecular. Por lá também podemos saborear receitas de pratos conhecidos como filé mignon au poivre, frango empanado com tomate seco ou pratos à base de atum, salmão e camarão.

Outras novidades recentemente anexada ao cardápio foram ravioli, nhoque e macarrão, destinados ao público celíaco, que tem intolerância ao glúten, bem como os que tem intolerância à lactose. Mattos também criou uma degustação especial para atender aos vegetarianos.

SOBREMESA

Ao tentar extrair o que levou o chef Fábio Mattos após 16 anos morando nos Estados Unidos a abrir um restaurante badalado em Joinville, fica claro a sua paixão pela cidade natal. O reconhecimento e o sucesso que conquistou nos últimos dois anos o levaram a tomar uma decisão e enfrentar um novo desafio. Em meados de julho ou mais tardar agosto, Fábio vai inaugurar um Poco Tapas em Curitiba. A ideia é seguir a receita de sucesso do Poco Tapas daqui. Tanto no cardápio, quanto na arquitetura e decoração. Será um lugar despojado, requintado, mas sem frescuras. Onde a alta gastronomia é o que interessa. Neste quesito, ele está procurando algo que seja genuinamente curitibano para incorporar ao cardápio da nova casa. A escolha veio após uma pesquisa, onde centenas de clientes da capital paranaense, que mensalmente passam pelo endereço joinvilense, praticamente obrigaram Mattos a subir a Serra. Em Curitiba, o novo endereço do Poco Tapas será no número 2.786 da popularíssima avenida Vicente Machado, no movimentado bairro Batel.

Onde encontrar:
Rua: Piauí, 109 - Fone: (47) 9915 7145 - www.pocotapas.com.br

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Fábio de Mattos
, chef e proprietário do Poco Tapas que em agosto completa dois anos, abre seu espaço e nos conta sua batalha para que Joinville desperte e entenda que alta gastronomia não é sinônimo de prato cheio.

Artigo Original: http://www.revistapremier.com.br/site/Post/Post.aspx?id=2325&CategoryId=138
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Poco Tapas - endereço da boa gastronomia na joinvilândia

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Fonte: ND Joinville - Bon Apetit
Por Haroldo Marinho

Bon apetit

A joinvilândia vai inserindo em seu cotidiano o hábito e, principalmente, a valorização da gastronomia. Bem diferente dos tempos em que as recreativas e carrinhos de lanches ditavam os padrões famílias ao escolher um local para comer fora. Se alguns desconfiados acham caro pagar por um prato elaborado algo em torno de R$ 40 - preço de um chapeado -, ou em alguns casos até menos, o sucesso da edição de verão do Festival Gastronômico provou o contrário. Anteontem, tive o privilégio de degustar alguns pratos elaborados pelo chef Fábio Mattos, do aplaudido Poco Tapas. Como um laboratório, o cardápio de Mattos – que há tempos apelidei de Harry Potter da gastronomia - provoca experiências divertidas em torno da mesa. Longe de ser um lugar caro e para quem procura encher a pança. É para quem quer saborear e sentir aromas e sabores que dificilmente irá encontrar em outro local, seja no Brasil e no exterior. Um exemplo é o prato da foto. Um panko (miolo de pão crocante coreano), com carne de jacaré, sentada em uma esponja de shoyo com uma folha de manjericão. Irresistível.

Panko com Carne de Jacaré Poco Tapas

Foto: Pablo Teixeira/divulgação
Artigo Original: http://www.ndonline.com.br/joinville/colunas/circulando/25227-poco-tapas-endereco-da-boa-gastronomia-na-joinvilandia.html
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Delícia, delícia, assim você me engorda!

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Fonte: Chuva Ácida 13/01/2012
Por Guilherme Gassenferth

Camarão com arroz e limãoPreâmbulo: dia desses um amigo disse que 95% de minhas postagens no Facebook eram sobre comida. Evidente exagero, mas não muito desconexo da realidade. E agora trago isto para o Chuva Ácida. É assim, foi só entrar um gordo para o blog começar a ter "gordice" e ganhar seu primeiro post sobre comida! Mas não será comum. Realmente gosto de escrever sobre comida, mas minha preferência disparada é comer.

Nos últimos 10 anos, Joinville assistiu uma evolução gastronômica delicios... digo, vertiginosa!

Sinto falta de cafés como aqueles que vemos nos filmes, em Paris ou Viena, mas temos ótimas confeitarias, como a São José (a receita daquela torta salgada de frango, requeijão e palmito foi repassada por Deus!) e a Delikatessen Viktoria. Algumas panificadoras, como BrotHaus, Amor & Canela, da Vila e Bavária são pontos de parada às 4 da tarde pra tomar um gostoso café e saborear uma torta, ou às 18h30, voltando pra casa do trabalho. E temos também um café-bistrô, que quase ninguém conhece. Recomendo muito o Bistrô Antoine – na rua Fernando Machado, 190, no América, junto ao Espaço Cultural Avá Ramin. Ambiente agradável, comida boa e barata, decoração impecável - com uma atmosfera cultural impagável. Só que só abrirá de volta a partir do fim de janeiro.

Da memória coletiva, das histórias dos pais e avós, dá saudade de uma Joinville que nunca conheci, como diria o Charles Henrique. O sorvete com salada de frutas da Polar, o pão do Brunkow, os biscoitos e confeitos do velho Trinks – ainda no século XIX, a comida típica do Recanto do Marreco e do Bierkeller, os bons momentos no bar do Museu de Arte, no Ernest ou no Pinguim, a Antarctica de Joinville, o antigo bar do Sopp e as carnes da Churrascaria Familiar (desta ainda lembro, com água na boca). Das antigas ou nem tanto, felizmente alguns empreendimentos se mantém abertos: o Jerke e suas famosas empadas, competindo com as do também antigo Hasselmann, o Zeppelin e suas várias cervejas e aquela lingüiça que se frita na mesa do cliente, o Botequim da Frau – uma reinvenção do antigo bar da Frau Ritzmann, o Pinus, o restaurante do Glória, e alguns outros.

Dando uma esticadinha lá pelas bandas de Pirabeiraba e a zona rural, quem não gosta de comer os pasteis e tomar um caldo de cana no Max Moppi ou Rio da Prata? Dá pra almoçar no Serra Verde, Grün Wald ou Gute Küche, tomar um café colonial no Rudnick ou parar e comprar biscoitos, pães, bolos, melados e geléias coloniais direto do produtor, na Estrada da Ilha, Estrada Bonita ou na Dona Francisca! Isto tudo sem contar as iguarias que se comem nas festas típicas, como a do Pato, ou nas grandes festas de bodas, regadas a schwarzsauer, cerveja, eisbein, cerveja, marreco com repolho roxo e – por que não dizer – cerveja.

Nos últimos anos, as opções aumentaram muito, pra felicidade dos glutões como eu e da economia da cidade. Houve o florescimento da Via Gastronômica, antes só com a Slice – que pizza!, o Pinus e o Fornão. Fora estes, só na rua Visconde de Taunay, temos ainda: Confeitaria XV, D.O.C., Paddock’s, Paiol, Bovary, Disk Gourmet, Myioshi, Le Jardin no Bourbon, Fatirella, o Panorâmico no Tannenhof, a pizzaria Hullen, Chimarrão, Musashi, Didge, Água Doce, Madrileño, Mango Tex Mex, Zum Schlauch, Subway, Fiji, Kib's, Fattori, Ásia, Biergarten, Pizza na Pedra, Otto, Gergelim. Ufa! Sim, são 30 opções em uma rua de 1.400 metros. Há também deliciosos restaurantes nas imediações da rua Ministro Calógeras (que ambiente e comida boa no Radio Burger!), da Max Colin (o tradicionalíssimo Sopp e as várias opções do Parque Opa), da Otto Boehm (no Mamma Lu ainda não fui), da Dona Francisca e da XV (um vinho e uma massa caseira no Trento ou Trentini vão muito bem no inverno). Vai também uma menção especial ao restaurante Socha, no Tênis Clube – comida boa sem pesar no bolso.

Foi pra balada e tá com fome? Pare num dos vários carrinhos de cachorro-quente - meus favoritos são o da Madol (hoje é Magazine Luiza, mas o nome antigo ficou pra mim), na frente do Hotel Blue Tree Towers; o do estacionamento da Dpaschoal, na João Colin; ou na frente da Casa China, também na João Colin, pertinho do Terminal Norte. Quer algo mais elaborado? O famoso Magrão (há controvérsias), Adriano, Xande ou o McDonald’s da Beira Rio.

No verão ou no inverno, frutos do mar sempre caem bem. Escolha pelo Martins, Evaristo, Pedrinni, Babitonga’s, Iate Clube, Beira Rio ou Polinésia. Quer caranguejo? Barbante, Caxias, Janga ou Alemão – sempre acompanhado de uma boa Original! A ideia é comer frutos do mar com visão deslumbrante? Dou duas opções: as petisqueiras da praia da Vigorelli ou ainda no longínquo Morro da Amaral. Sem infraestrutura pra chegar, mas vale a pena. No Morro do Amaral provei uns filezinhos de peixe-espada que são ótimos, ainda mais com uma vista emoldurada pela baía da Babitonga e mata atlântica, regado a cerveja e acompanhado de uma brisa leve. Ah, recomendo o bolinho de arraia da Mercearia Sofia, no Mercado Municipal! Nham!

Sirvo um parágrafo especial para o restaurante Poco Tapas, na rua Piauí, pertinho do Shopping Americanas. Que sensação! Gasta-se um pouco mais, mas é algo inesquecível. É uma experiência para os sentidos – olfato, paladar e visão. Recomendo demais! Segue o link da reportagem que saiu no Bom Dia Brasil, pro Brasil inteiro ver nosso restaurante: http://glo.bo/eEiRpL

Ficou com fome? Quer conhecer melhor os restaurantes de Joinville? Recomendo então o Festival Gastronômico de Joinville, que já está acontecendo em 24 restaurantes nesta edição verão, de 11 a 29 de janeiro. Um prato de entrada, o prato principal e uma sobremesa por R$ 29,90, em todas as casas. O link é www.gastronomiajoinville.com.br – no site constam as casas participantes e o cardápio que oferecem para o Festival. Estarei lá. Vale a pena conferir!

Em 2012, uma de minhas metas é perder 20kg. Mas com toda essa diversidade, tá difícil: Joinville está cada vez mais gostosa!

Artigo Original: http://www.chuvaacida.info/2012/01/delicia-delicia-assim-voce-me-engorda.html
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Depoimentos

Alguém me traz a sexta-estrela, por favor?

O melhor restaurante mais legal que eu fui na minha vida (incluindo os de Amsterdã, Paris, Londres, São Paulo, inferno...).

Bom, agora vou pontuar os porquês de tantos elogios:
1) Gastronomia molecular. Isso é tipo quando você era criança e brincava com a comida, só que feito de forma profissional. Pipoca congelada, pudim de Jack Daniels, Polenta de chocolate branco e spagheti feito de Shoyu são algumas coisas que você pode encontrar nessa brincadeira.

Pipoca Bafo do Dragão

chamada pipoca

Premiações

Como Funciona o Menu Degustação

O Poco Tapas trabalha SOMENTE com o menu degustação.

São:

- 8 pratos salgados
- 4 pratos doces

Valor: R$ 130,00 por pessoa e inclui estes 12 pratos (Bebidas a parte).

* Não cobramos taxa de serviço.

Horário de Atendimento

Curitiba

 

Horário e dias de funcionamento:
Segunda a sábado a partir das 19h

Faça sua reserva com antecedência
para garantir a mesa.

Av. Vicente Machado, 2786, Batel - Curitiba, PR
(41) 99682-8758

info@pocotapas.com.br